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Posts Tagged ‘software para campanha eleitoral’

Un ciber-representante es un político que pertenece al nuevo milenio, independientemente de si se trata de un parlamentario nacional, regional o un concejal de un municipio rural, el ciber-representante considera al Internet como una herramienta comunicacional prioritaria y estratégica que le permite tener una comunicación amplia, satisfactoria y (lo más importante) BIDIRECCIONAL con aquellos a quienes representa. El ciber-representante entiende que comunicación política y buenos gobiernos son sinónimos y por ello concede el valor que merecen las nuevas herramientas, que potencian la comunicación personalizada y persuasiva.

  1. Use el Internet para comunicarse
    Bien en la esfera privada o en las comunicaciones masivas, la interacción es la más valiosa de las potencialidades del Internet, aprovechelas tanto para oir como para hacerse oir.
  2. Cree listas y use el Internet para diseminar su información
    Como parte de sus responsabilidades oficiales o como medio de comunicación para el trabajo de partido o en campaña, anime a sus allegados a suscribirse a sus listas de envio unidireccionales. Las páginas web tienen una capacidad limitada en este sentido porque la gente raramente visita las misma páginas una y otra vez. Las listas de envio son herramientas poderosas en las que usted puede distribuir su mensaje a costos mínimos.
  3. Sea respetuoso de las reglas elementales de convicencia en la Red (net-tiquette)
    No envie correo barura, que causa hastío y rechazo en el elector; envie sus mensajes electronicos personalmente, nunca envie largas listas de encabezados que incluyen montones de direcciones electrónicas e irrespetan la privacidad de sus representados. Procure hacer amigos por la Red, nunca enemigos.
  4. Promueva la democracia electrónica entre sus allegados y en sus áreas de influencia.
    Facilite la discusión virtual sobre asuntos de interés público, promueva cabildos abiertos virtuales de discusión sobre los temas de interés de su comunidad, promocione la idea de transparencia de la información a través de la Red. La democracia electrónica tiene grandes posibilidades de mantener la legitimidad y mejorar la democracia, aprovéchelas!!!
  5. Use al Internet para conectarse con colegas alrededor del mundo.
    El Internet es una valiosa forma de establecer relaciones internacionales entre colegas, con los que compartir experiencias e intercambiar ideas.
  6. Use el internet para acceder a la información.
    Hay exceso de información en internet, sólo con constancia y experticia logrará encontrar lo que realmente le interesa. Enviar preguntas a grupos de discusión centrados en los temas que le interesan es un buen comienzo.
  7. Use al Internet para acceder INTELIGENTEMENTE a la información
    Apóyese en herramientas de búsqueda como Google y en árboles de intereses como Yahoo!, aprenda cómo trabajan. Encuentre sitios con intereses similares al suyo haciendo búsquedas inversas, por ejemplo “link: www.datastrategia.com” le ayudará a encontrar en Google o Alta Vista las páginas que hacen links con la suya.
  8. Use al Internet para proveerse de información automática.
    Suscribase a las listas y boletines electrónicos de información, Politired u otros) a fin de mantenerse actualizado y siempre bien informado.
  9. Use al internet para investigaciones de inteligencia.
    Emplee el Internet para monitorear continuamente las novedades en los sitios que más le interesan o, incluso, para enterarse de primero de las novedades en los sitios de sus oponentes políticos. Pueden usarse herramientas como las que provee Spy On It para tener monitores automáticos de las novedades en sitios de particular interés.
  10. Promueva servicios integrados para sus colegas representantes políticos en su partido.
    Trate de brindar servicios uniformes con los de sus colegas, y que la organización que les agrupe provea recursos y servicios tecnológicos que faciliten el usos de las nuevas tecnologías.

Es usted un ciber-representante? Está dispuesto a serlo? En e-lecciones.net estamos deseosos de ayudarle a dar los primeros pasos…

Fonte: e-lecciones.net

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Por Rui Maciel, do IDG Now!
Publicada em 07 de julho de 2010 às 19h21
Atualizada em 07 de julho de 2010 às 19h25

O que você (não) pode fazer na hora de propagar as idéias do seu candidato na Web. O TSE promete ficar de olho!

As eleições de 2010 serão as primeiras no Brasil onde a Internet desempenhará um papel essencial para os candidatos. Isso porque, além dos partidos, milhares de simpatizantes se mobilizarão para ajudar a eleger seus postulantes aos cargos públicos, seja via blog, via Twitter, via e-mail ou qualquer outra ferramenta de longo alcance.

“A Internet no Brasil é usada muito mais para propaganda negativa de candidatos, do que para mobilizar os eleitores ao debate e ao trabalho de campanha”, afirmou Alexandre Atheniense, professor do curso de pós-graduação de Direito Eleitoral da Escola Superior de Advocacia da OAB-SP e especialista em Direito Eletrônico . “Nos EUA, isso já é muito mais evoluído, já que o ambiente fomenta uma relação entre o candidato e o eleitor, até mesmo na questão de doações, onde a campanha que elegeu Barack Obama fez com muita eficiência e arrecadou grandes quantias”.

A opinião é compartilhada por Leandro Bissoli, advogado especialista em Direito Digital e sócio do Patrícia Peck Pinheiro Advogados. “Nas eleições norte-americanas na Web, quem combatia as difamações era o próprio eleitor. E ele também funcionava como um cabo eleitoral eficiente, mobilizando jovens e arrecadando fundos”. 

E, ao contrário do que muitos pensam, a Internet não será uma terra de ninguém nas eleições brasileiras. Em outras palavras, calúnias, injúrias e difamações contra adversários políticos já estão sendo devidamente monitorados pelos militantes e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – que regulamentou o uso da Web em campanhas a partir do projeto de lei 5984/09, de dezembro de 2009 – está sendo ágil na hora de punir os infratores. “A percepção de que a Internet será um território de vale-tudo nessas eleições é equivocada”, disse Alexandre. “O TSE, deixou bem claro o que será e o que não será permitido nas campanhas e vai punir os excessos com rapidez”.

A seguir, confira os cuidados que você deve ter na hora de apoiar seu candidato nos principais canais de comunicação na Internet:

BlogsConhecidos como um dos principais meios do internauta manifestar sua liberdade de expressão, os blogs terão vigilância rígida durante a campanha eleitoral. A começar pela eliminação do anonimato. “O TSE foi bastante enfático na nova lei quanto ao anonimato, que está totalmente proibido. A entidade não quer passar a falsa impressão que privilegia essa tática”, declarou Atheniense. “Logo, quem pretende criar uma página do gênero para apoiar a candidatura deve se identificar e responderá por qualquer excesso que ocorra no site e seja denunciado”.

Segundo o especialista, tanto os textos postados pelo dono do blog quanto os comentários que são feitos na página têm o mesmo peso na consideração do teor ofensivo.  Em outras palavras, o blogueiro pode ser multado e até mesmo ter o seu site retirado do ar. “O dono do blog pode ser considerado um responsável solidário pelo conteúdo publicado na página, já que ele deveria exercer a moderação e não o fez”, explica Alexandre.

Além disso, todo e qualquer tipo de site, que não o do partido, está proibido de inserir qualquer tipo de propaganda política – como, por exemplo, banners – seja em grandes portais de notícias, seja em blogs de qualquer tamanho.  No entanto, textos de endosso emitidos pelos partidos poderão ser publicados.

Twitter e outras redes sociais

A lei que regulamenta o uso da Internet nas eleições considera que as regras válidas para os blogs são válidas também para outras ferramentas de comunicação como o Twitter e também redes sociais. Em suma, o criador dentro de uma comunidade dentro do Facebook ou Orkut será responsável pelos textos publicados naquele espaço e também em moderar os comentários emitidos.

E o Twitter também entra nessa dança: “Ao contrário do que muitos pensam, o Twitter também não será uma terra sem-lei nessas eleições”, disse Alexandre. “É difícil imaginar que um candidato (no caso sua equipe de Web) não esteja monitorando tudo o que é dito acerca do seu nome, até para poder reagir aos ataques que considerar como calúnias”.

E-mails

As eleições 2010 serão as primeiras no Brasil a contar com uma lei específica de combate ao spam. Isso porque ela diz que os partidos podem criar um e-mail marketing, desde que qualquer mensagem eletrônica permita ao destinatário requerer seu descadastramento. E isso tem de ser cumprido em até 48 horas do recebimento da solicitação, sob pena de multa de até 30 mil reais ao partido e ou candidato. Além disso, a venda de mailing aos partidos está proibida.

O direito de resposta   

Com regras claras para meios de comunicação como TV, rádio e impressos, surgiu a dúvida de como o TSE implementará o direito de resposta a um candidato que se sinta prejudicado nos meios virtuais. Segundo Leandro Bissoli,  ainda não há uma jurisprudência para esse tipo de caso na Internet. “No Twitter, por exemplo, se você foi ofendido em 140 caracteres, você poderá replicar em 140 caracteres? Acredito que o TSE deva se pautar pelo o que ele já faz em outros meios de comunicação”, afirmou ele. “Ou seja, os direitos de resposta poderão ser postados em blogs e comunidades e ficar visíveis em partes de destaque dos sites durante um determinado tempo”.

Boca de urna virtual

Essa será uma outra vantagem da Web na hora do candidato aferir suas chances nas eleições. Proibida em meios físicos até 48 horas antes das eleições, os políticos poderão monitorar suas chances sem qualquer tipo de restrição na Internet. “A vantagem é que ele poderá fazer isso antes, durante e depois das votações, o que lhe dá uma perspectiva geral das suas chances”, afirmou Bissoli. 

Provedores

Outro ponto que Alexandre destaca na participação da Internet nessas eleições é o papel dos provedores.  Para ele, os provedores também precisarão tomar cuidado, já que também podem ser acionados pelo TSE como responsáveis solidários. “Os provedores terão de ser mais ágeis e se preocupar mais em monitorar os blogs”, declarou o especialista. “Não acredito que eles farão um monitoramento prévio dessas páginas, mas eles terão de ser bem ágeis na hora de retirar algum conteúdo considerado ofensivo pelo TSE. O ideal seria a realização de uma campanha que esclareça melhor os riscos de tais excessos, mas não acredito que isso vá ocorrer”.

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Marketing Eleitoral – O passo a passo do nascimento de um candidato  

De Carlos Manhanelli

Este é um manual prático para orientar o consultor político-eleitoral, através de informações claras, slides, modelos e planilhas, sobre como apresentar um projeto de marketing eleitoral a um candidato a cargo eletivo em qualquer esfera, além de esclarecer as dúvidas mais frequentes sobre o trabalho desse tipo de consultoria.

 http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/

Eleições 2008. O Brasil e o Efeito Obama

De Gustavo Fleury

Primeira obra sobre campanhas eleitorais produzida no Brasil, conta em detalhes campanhas a prefeito em cinco capitais (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador e Porto Alegre); além de fazer uma análise sobre as estratégias utilizadas pelos candidatos e partidos. Também faz um relato sistêmico sobre a candidatura de Barack Obama e os porquês de sua vitória.

 http://www.gugafleury.com.br/

Boa Sorte!!!
Equipe SoL-Políticos

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Foto: Reprodução / Twitter

Por Amauri Arrais Do G1, em São Paulo

Do celular, senador narrou viagem com Lula de trem no MS.
Tucano José Serra inaugura perfil e se surpreende com popularização.

Mania entre políticos e celebridades nos Estados Unidos, o popular serviço de microblogs gratuitos Twitter começa a conquistar adeptos entre os políticos brasileiros. Em comum, eles usam a ferramenta – que permite mandar mensagens curtas, de até 140 caracteres, para telas de computador ou celulares – para divulgar ações do mandato ou fazer comentários pessoais.

Em sentido horário, os perfis do governador José Serra, do senador Delcídio Amaral, do deputado Ronaldo Caiado, e da agência de notícias da Câmara dos Deputados (Foto: Reprodução / Twitter)

É o caso do líder do Democratas na Câmara, deputado Ronaldo Caiado (GO). Dono de um blog onde publica artigos e eventualmente vídeos postados no Youtube, ele tem mantido bem atualizado o perfil criado no Twitter há cerca de um mês.

“É muito importante, principalmente para nós da oposição, para expor nossos argumentos. O Twitter é um resumo sucinto. Não detalha, mas pauta as matérias. E depois, as pessoas buscam mais detalhes no blog”, diz o deputado, que disse contar com a ajuda de assessores na atualização da página.

Adepto do programa há dois meses, o senador petista Delcídio Amaral não esconde a empolgação com o novo canal de comunicação.

“É uma forma muito mais direta de se comunicar com as pessoas. Abre um amplo espectro para a conversa sobre as atividades do dia-a-dia e até para falar de música, política, esportes. Sou um cara que gosta de compartilhar isso com as pessoas”, diz.

No início do mês, durante viagem inaugural do Trem do Pantanal, no Mato Grosso do Sul, o senador usou o próprio celular para contar o que acontecia no vagão das autoridades, fechado à imprensa, onde viajava o presidente Lula. As mensagens acabaram divulgadas em blogs e sites do estado que cobriam a visita do presidente.

O senador diz acreditar que a divulgação ajudou a turbinar o número de seguidores no seu perfil, que somavam 151 até a última sexta (22). “Notei que quando eu posto poucas vezes, as pessoas já reclamam”, diz.

Serra e presidência

Tema de vários perfis falsos no Twitter, o governador de São Paulo, José Serra, decidiu inaugurar sua própria página esta semana. De acordo com a assessoria de imprensa do Palácio dos Bandeirantes, a entrada no programa foi uma iniciativa do próprio governador, internauta assumido.

Com as ações do governo sendo divulgadas pelo Twitter próprio da assessoria, Serra adotou um tom mais pessoal na sua página. Assim, é possível saber, por exemplo, o que o tucano fazia na madrugada da última quarta (20).

“Madrugada de trabalho ao som dos Beatles. Lembrei a boa versão de “Across the Universe”, de Rufus Wainwright. Ouvi na peça Liz, dos Satyros”, publicou.

Serra também compartilhou com os internautas sua surpresa com a rápida popularização do perfil, que já tem quase 2,5 mil seguidores. “Surpreendente! Espalhou mais rápido do que eu pensava. Quis entrar com discrição, pra aprender”, escreveu na véspera.

Assim como o governador de São Paulo, a agência de notícias da Câmara dos Deputados também inaugurou nesta semana o seu canal de comunicação com os usuários do programa. Também já é possível seguir o que acontece nas assembleias legislativas de alguns estados, como a do Rio.

Não está descartado que a presidência da República, que anunciou em abril o lançamento de um blog ainda este ano, também tenha, no futuro, seu próprio perfil no programa.

Em fase de testes, o diário virtual da Presidência deve seguir os moldes da página da Casa Branca e a do presidente norte-americano Barack Obama durante a campanha.

Assim como o blog, o Twitter de Obama, com mais de 1,2 milhão de seguidores, foi uma das principais ferramentas de comunicação com os eleitores durante a corrida à Casa Branca.

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Em painel concorrido, David Plouffe, chefe da campanha de Barack Obama, explica os conceitos do trabalho que envolveu cidadãos como voluntários e que ajudou a eleger o primeiro presidente negro dos EUA

Por Lena Castellón
25 de Junho de 2009 às 10:48

A DDB Worldwide pode comemorar a repercussão do painel que organizou no quinto dia do Festival de Cannes. Seu convidado foi David Plouffe, chefe da campanha presidencial de Barack Obama. Antes de ele surgir no palco, Bob Scarpelli, chairman e chief creative officer da rede, apresentou um vídeo com cenas de Obama entre as pessoas – algumas com lágrimas nos olhos – e trechos de discursos do então candidato. No final do filme, Obama nomeia para a multidão o responsável pela campanha: David Plouffe.

Foi sob o clima do vídeo que Plouffe adentrou ao palco, sendo fervorosamente aplaudido pelos delegados que lotaram o salão. Em seguida, ele fez sua apresentação intitulada “A arte do possível”, explicando, entre outros conceitos, como o digital teve um papel essencial naquilo que chamou de uma grande campanha presidencial. “Nós começamos praticamente com nada. Mas isso teve um lado benéfico, o do frescor”, afirmou.

De fato, até se iniciar esse trabalho pouco se conhecia do senador Barack Obama. Mas Plouffe sabia que havia potencial para torná-lo um candidato com fortes chances de chegar à Casa Branca. Ele lembrou que houve um momento em que se comparou Hillary Clinton com a IBM e Obama com a Apple. Isso na fase de pré-candidatura entre os Democratas.

O que veio daí para frente, todos sabemos. Mas alguns números exibidos na tela deram a exata noção da importância que a campanha acabou tomando. Foram 150 mil eventos, 13 milhões de e-mails coletados, 1 bilhão de e-mails enviados e US$ 750 milhões doados.

Para construir essa campanha vencedora, o norte do trabalho era fazer com que as pessoas se envolvessem. Um dos conceitos, portanto, era criar um verdadeiro engajamento com o público. Não se tratava de alguém se referir à campanha de Obama, e sim de falar da “nossa campanha”. Essa postura foi fundamental, por exemplo, quando surgiram ataques à figura de Obama, como as tentativas de associar seu nome ao terrorismo. Com as pessoas engajadas, elas tinham argumentos para rebater as acusações. “As pessoas tinham de se sentir como parte da campanha”, emendou.

O chefe da campanha disse ainda que as pessoas que aderiram à proposta de Obama tiveram peso fundamental no sucesso do trabalho. Eles queriam que as posições do candidato fossem apresentadas por esses cidadãos, os voluntários. Como ressaltou, faz diferença quando alguém recebe uma mensagem de uma pessoa que convive com você, como o vizinho ou o primo. Entre os voluntários havia muitos jovens. “Muitos deles eram pessoas que nunca antes tinha se interessado por política”. Ele elogiou a diversidade e a qualidade desses voluntários. “Isso se trata realmente de uma história de pessoas”, comentou.

Outro ponto que Plouffe destacou foi a ideia de estar em todos os lugares, da TV ao e-mail. Os comerciais para a comunicação de massa tinham de demonstrar veracidade. “Nada é mais importante do que autenticidade. Ele não podia ser escravo de um script”, comentou, ressaltando que Obama tem alta habilidade de se expressar. Além disso, o estrategista salientou que, fora as boas ideias, é preciso dar muita atenção à execução, que deve também ter alta qualidade.

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imagementrevista

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buzz

Buzz marketing é um termo que significa uma forma de realizar um marketing.

Conforme Arthur D. Little, “trata-se de uma das novas estratégias de marketing que encoraja indivíduos da sociedade a repassar uma mensagem de marketing para outros, criando potencial para o crescimento exponencial tanto na exposição como na influência da mensagem. Como os vírus reais, tais estratégias aproveitam o fenômeno da rápida multiplicação para levar uma mensagem a milhares e até milhões de pessoas”.

Conforme Rodrigo Carneiro da BuzzNow, trata-se de “idéias que se espalham nos e pelos próprios segmentos interessados, espontaneamente ou planejada por um agente externo”.

Hoje todos os candidatos vêm enfrentando o mesmo problema: como atingir os eleitores, cada vez mais resistentes às propagandas tradicionais ?

O Buzz marketing se profissionalizou exatamente para atender a esta nova demanda. Se antes a disseminação de idéias acontecia ao acaso, hoje já é possível criar e monitorar este tipo de ação de mkt. No âmbito corporativo, diversas empresas já são consideradas cases de sucesso em campanhas de buzz mkt como, por exemplo, a Puma, Nike, Post-it, Red Bull, o grupo português de música Blind Zero, Google, Hotmail, Pulseiras Lance Armstrong, Palm One, Harry Potter, Sandálias Havaianas, Cerveja Brahma, Kate Spade, Bulgari, Guess?, Ford, Nokia, Apple, AirWalk, 3M, dentre muitas outras. 

No contexto politico/eleitoral, o uso destas técnicas tem sido explorado ainda de maneira tímida pelos candidatos brasileiros, mas com grnade capacidade de adesão nas próximas campanhas, sobretudo depois da revolucionária campanha do, hoje presidente dos EUA, Barack Obama.

O modelo atual

O principal modelo de aplicação do buzz market utilizado atualmente baseia-se na idéia de encontrar alvos programados para a pessoa que se quer criar o buzz. O objetivo do buzz marketing é gerar uma sólida notoriedade dentro de um segmento, sem gastar enormes quantias de dinheiro em publicidade em massa, estando sempre dentro dos padrões da ética nas campanhas.

Os 6 pilares que sustentam o Buzz Marketing:

Á menor mudança, o status que se desfaz. Os agentes de mudança responsáveis podem ser classificados de cinco formas: A Causa, O Contexto, Os Vetores, A Fixação da idéia, divulgação e O Desequilíbrio.

 

Contexto

Tradução do termo Buzz, ao pé da letra burburinho. Utilizando-a em marketing podemos ter uma boa idéia do que o termo significa.

O contexto do vírus mostra que os seres humanos são muito sensíveis ao seu ambiente, alterações neste meio interferem radicalmente no seu comportamento. (pág. 33).

O ambiente e o momento em que uma epidemia se concentra são fatores determinantes para seu sucesso ou fracasso. Este é o poder do contexto do qual iremos detalhar nas próximas páginas, completando a regra dos vetores e o fator de fixação.

Uma idéia pode existir durante anos e “de repente” estourar e virar uma epidemia. Quando isto ocorre, esta idéia encontrou o seu “timing”, uma série de outros fatores desencadeou um ambiente que proporcionou a disseminação desta idéia. É a idéia certa, no momento certo, no lugar certo e com as pessoas corretas. Muitas boas idéias morreram cedo ou nem sequer vingaram, pois não conseguiram se enquadrar num contexto. Hoje, na metade da primeira década do século XXI, qualquer candidato que parece ser complicado demais  (muito protocolar/ sério) ou que não leve em consideração esta tendência de “vida simples” e aproveitar a vida que estamos vivenciando, estará totalmente fora do nosso contexto. 

Uma idéia se espalha pelo poder do contexto de forma diferente de como ela se espalha através dos comunicadores ou experts. Não precisamos ver ou sermos incentivados por estas pessoas para sermos atingidos pelas idéias. Seremos contagiados apenas por estarmos dentro deste contexto. No Brasil podemos citar como exemplo as pichações. Pichações de paredes públicas são o símbolo do colapso do sistema. Ao nos deparamos com lugares cobertos por pichações e lixo, sentimos imediatamente que há um descaso das autoridades e logo a sensação de medo floresce. Outro exemplo interessante é o comportamento das pessoas quando dispostas em meio a um agrupamento (multidão) – como um comício mesmo – elas realizam atitudes que não fariam se estivessem sozinhas. No processo de entendimento de um individuo, ele tem a capacidade de enxergar o contexto que ele está vivendo, acolher a idéia daquilo que está sendo proposto e escolher para si uma postura que ele decide defender. Isso é muito latente num periodo de campanha politica.

Desta forma, quando desejamos criar um buxixo sobre um candidato, tornar público a sua imagem, a variável mais sensível e que trás melhores resultados ao interferirmos é este componente do contexto. Podemos com maior facilidade alterar o contexto e criar um desequilíbrio na situação em direção aos nossos objetivos do que tentar modificar diretamente as características inerentes dos indivíduos.

O contexto inclui também subgrupos que podemos atingir para espalhar uma idéia. Estudo do antropólogo Robin Dunbar defende que nós temos uma capacidade social limitada a não mais o que 150 pessoas. Este é o número máximo de indivíduos com quem podemos ter um autêntico relacionamento social. Isto não significa que não existem pessoas que se relacionam com mais de 150 indivíduos, mas que ao superar este número, proporcionalmente o conhecimento e interação entre as pessoas diminuem, a intensidade e força desta rede reduzem sensivelmente e começam a surgir grupos dissidentes.

Seth Godin em seu livro mkt idéia vírus afirma que o melhor amigo de uma idéia para se espalhar é o vácuo. Mas o que é este vácuo? Nossa sociedade esta numa permanente mudança e esta mudança está ocorrendo num intervalo de tempo cada vez menor. A cada mudança, pequenos vácuos de necessidade são criados e é neste momento que uma campanha de Buzz mkt consegue maximizar o seu retorno. Porem estes momentos são muito curtos, com certa dificuldade de serem identificáveis e muito disputados. Neste sentido é preciso identificar as tendências de mudanças antes dos vácuos serem criados, pois somente assim a campanha de Buzz mkt terá uma vantagem competitiva no primeiro momento do aparecimento dos vácuos.

 

Regra dos Vetores (ou evangelistas)

Em toda epidemia, num dado momento, os vetores representam cerca de 20 % das pessoas, que são responsáveis por mais de 80% das transmissões (Lei de Pareto). Estas pessoas possuem facilidade de socializar-se no meio em que esta epidemia se espalha. Elas têm grande conhecimento e influência neste meio.

O sucesso de qualquer tipo de epidemia depende muito do envolvimento de pessoas dotadas de um conjunto raro e particular de talentos sociais.

Os vetores, ou também conhecidos como agentes contaminadores, são pessoas que tem mais facilidade e poder para espalhar entre os seus amigos uma idéia nova. Toda campanha de Buzz marketing deve identificar e cortejar os veotres para disseminarem as suas idéias. É um dos fatores-chave para o sucesso.

Quando identificamos os vetores para espalharem o Buzz mkt, estamos também definindo qual é o vetor desta idéia, ou seja, a direção geográfica e demográfica que serão o norte da campanha.

Exemplo de como Paul Revere espalhou a notícia do ataque inglês que estava por vir no estopim da Revolução Americana. Paul Revere era um comunicador e ao mesmo tempo um expert. Estas duas qualidades são divisoras de perfil dos vetores. Comunicadores são pessoas fortemente sociáveis, conhecem muitas pessoas, convivem em diversos ciclos sociais. Eles são importantes não só pelo número, mas também pelos tipos de pessoas que eles conhecem. É neste perfil que motivadores como dinheiro, premiações e outros incentivos fazem mais efeito.

Mas quem são as pessoas que passam as idéias aos comunicadores? Os experts. Existe gente especializada em todos os assuntos e são nelas que confiamos para colher aconselhamento e nos dar suporte a decisões. “Expert é o que acumula conhecimento. Eles têm informações sobre muitos candidatos, partidos e politicos. Gosta de iniciar discussões com pessoas e responder a solicitações”, diz Linda Price. Os experts são tão importantes para o início de uma campanha de mkt viral não apenas pelo que sabem, mas como eles passam adiante o que sabem. Eles gostam de ajudar pelo simples fato de transmitir conhecimento.

O comunicador e o expert são peças chaves para uma campanha de mkt viral. “Um comunicador pode dizer a dez amigos onde ficar em Los Angeles, e a metade aceitará. Um expert vai dizer a mesma coisa a cinco pessoas, mas com tanta ênfase que todas aceitarão. São personalidades diferentes em funcionamento, agindo por diversas razões. Mas ambas têm o poder de detonar a epidemia de propaganda de boca.” Malcolm Gladwell.

Estes evetores ganham juntamente com os seus amigos que eles aconselham. Os vetores ganham status como agente comunicador por respeitar seus iguais, pois está sugerindo algo que já conhece e que provavelmente também vai tornar a vida dos seus amigos melhor. Respeito e sinceridade são duas premissas que, tanto o expert quanto o comunicador, nunca devem esquecer. Todos precisam sair ganhando. Quem indicou, quem recebeu a indicação e o candidato indicado!

Estudos mostram que estas pessoas com facilidade de espalhar um vírus de idéia utilizam de linguagens que são compreendidas apenas pelo nosso subconsciente. Elas falam, escutam, interrompem e gesticulam. Há uma sincronia irracional, uma dimensão rítmica física que intensifica o poder de persuasão, pessoas movem ombro ou rostos, mãos, sobrancelhas, o volume e o tom de voz se equilibram, há uma latência, ou seja, o espaço de tempo entre o momento em que um falante pára de falar e o outro começa. Tudo numa grande harmonia, não necessariamente as pessoas replicam esta sincronia. Mas é como se estivessem dançando e agitassem num mesmo ritmo.

Agente poderoso, alfa ou expert não pode ser comprado. Toda vez que ele espalha uma idéia em troca de suborno, seu poder diminui. Quando um expert adota uma idéia, ele está assumindo o risco de conseguir introduzir esta idéia ou não. Este resultado influenciará o aumento ou redução do seu poder de convencimento. O desafio está em como acioná-los e descobrir a motivação para adotarem uma idéia. 0s vendedores de idéias, ou contaminadores promíscuos, estes sim podem espalhar uma idéia recebendo uma remuneração em troca. Mas cuidado, pois pessoas realmente boas sabem que se alguém pode ser comprado, este não passa de um quadro de anúncios ambulante.

Pague os vendedores. Possibilite fluidez aos comunicadores. Faça os experts abraçarem a causa.

No fundo, os experts precisam convencer as pessoas de que aquela idéia inovadora realmente vale a pena e é viável. Os comunicadores por sua vez se utilizam de todas as suas habilidades para que detalhes estranhos não cheguem à grande massa, exaltando os pontos positivos e tornando a idéia altamente atrativa.

 

O networking dos vetores

Um dos primeiros passos para quem quer disseminar uma idéia dentro de um grupo de eleitos é descobrir como eles se comunicam e como estão conectados uns aos outros. Com a popularização da internet estamos dentro de uma rede de contatos muito maior do que 10 anos atrás, podemos nos comunicar com nossos amigos, amigos de amigos, amigos de amigos de amigos… Estamos facilmente acessíveis a todo tempo via telefones, celulares, e-mails, Instant messengers, blogs, e de um tempo para cá pelo Orkut. É através deste grande networking que as idéias encontram o ambiente ideal para viajar rapidamente. Este ambiente ideal é semelhante a uma colméia onde organizamos-nos em grupos e subgrupos que compartilham diversos fatores em comum, como o jeito de se comunicar, músicas que gostam de ouvir, lugares a freqüentar, roupas, ideais e até objetivos de vida.

 

Fator de fixação

Durante o início de uma epidemia, normalmente o poder deste vírus é pequeno e com o passar do tempo se fortalece. Note, porém que não estamos falando de aumento de infectabilidade, mas sim do poder de fixação deste vírus. Para o vírus de idéia, a fixação significa que a mensagem causou impacto, você não consegue tirá-la da cabeça.

O Fator de Fixação consiste na qualidade da idéia em torno da qual estamos querendo o marketing viral.

Quanto mais uma pessoa presta atenção em alguma idéia (intelectual e/ou fisicamente), mais está idéia é lembrada, tem sentindo e as pessoas querem participar. Daí surge à extrema importância de saber “o que chama a atenção do seu público”, o que ele está esperando e qual a expectativa inerente. “Existe uma forma simples de embalar uma informação que, nas devidas circunstâncias, a torna irresistível. Basta descobrir qual é”. (O Ponto de Desequilibro*). A persistência das idéias variam conforme o poder de fixação de cada uma, algumas influencia pessoas por meses ou anos, outras possuem uma vida muito mais curta. É muito importante identificar esta vida da idéia e assim poder decidir qual é o momento em que se deve deixar de pagar para disseminá-la e assim ate cobrar dos clientes e lucrar com isto. Uma das formas de se aumentar à fixação de idéias é trabalhar com o conceito de amplificação. Candidatos e pessoas boas geram naturalmente certo marketing de boca a boca, porem quando estudamos o evento, identificamos os cinco pilares e damos suporte para a disseminação das idéias, estamos ampliando o boca a boca de tal forma que este evento passa a ser cada vez maior e se transforma no Buzz mkt.

 

Conclusões sobre o Ponto de Desequilíbrio:

  • 1) Iniciar epidemias exige a concentração de recursos em algumas áreas essenciais
  • 2) A teoria sobre o Ponto de Desequilíbrio requer uma reestruturação da nossa visão de mundo. O mundo não corresponde às nossas intuições, nem as pessoas.
  • 3) “Pela simples manipulação do tamanho de um grupo, é possível melhorar drasticamente a sua receptividade às novas idéias. Jogando com as formas de apresentar as informações, podemos aumentar significativamente a sua fixação. Simplesmente encontrando e atingindo aquelas raras pessoas especiais que detêm tanto poder social, é possível mudar o curso das epidemias sociais”.

Basta um empurrãozinho na pessoa certa, num determinado momento e no lugar correto, desequilibraremos tudo o que parece ser eternamente imóvel

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre, com adaptações para o contexto politico/eleitoral.

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