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Posts Tagged ‘marketing politico’

Un ciber-representante es un político que pertenece al nuevo milenio, independientemente de si se trata de un parlamentario nacional, regional o un concejal de un municipio rural, el ciber-representante considera al Internet como una herramienta comunicacional prioritaria y estratégica que le permite tener una comunicación amplia, satisfactoria y (lo más importante) BIDIRECCIONAL con aquellos a quienes representa. El ciber-representante entiende que comunicación política y buenos gobiernos son sinónimos y por ello concede el valor que merecen las nuevas herramientas, que potencian la comunicación personalizada y persuasiva.

  1. Use el Internet para comunicarse
    Bien en la esfera privada o en las comunicaciones masivas, la interacción es la más valiosa de las potencialidades del Internet, aprovechelas tanto para oir como para hacerse oir.
  2. Cree listas y use el Internet para diseminar su información
    Como parte de sus responsabilidades oficiales o como medio de comunicación para el trabajo de partido o en campaña, anime a sus allegados a suscribirse a sus listas de envio unidireccionales. Las páginas web tienen una capacidad limitada en este sentido porque la gente raramente visita las misma páginas una y otra vez. Las listas de envio son herramientas poderosas en las que usted puede distribuir su mensaje a costos mínimos.
  3. Sea respetuoso de las reglas elementales de convicencia en la Red (net-tiquette)
    No envie correo barura, que causa hastío y rechazo en el elector; envie sus mensajes electronicos personalmente, nunca envie largas listas de encabezados que incluyen montones de direcciones electrónicas e irrespetan la privacidad de sus representados. Procure hacer amigos por la Red, nunca enemigos.
  4. Promueva la democracia electrónica entre sus allegados y en sus áreas de influencia.
    Facilite la discusión virtual sobre asuntos de interés público, promueva cabildos abiertos virtuales de discusión sobre los temas de interés de su comunidad, promocione la idea de transparencia de la información a través de la Red. La democracia electrónica tiene grandes posibilidades de mantener la legitimidad y mejorar la democracia, aprovéchelas!!!
  5. Use al Internet para conectarse con colegas alrededor del mundo.
    El Internet es una valiosa forma de establecer relaciones internacionales entre colegas, con los que compartir experiencias e intercambiar ideas.
  6. Use el internet para acceder a la información.
    Hay exceso de información en internet, sólo con constancia y experticia logrará encontrar lo que realmente le interesa. Enviar preguntas a grupos de discusión centrados en los temas que le interesan es un buen comienzo.
  7. Use al Internet para acceder INTELIGENTEMENTE a la información
    Apóyese en herramientas de búsqueda como Google y en árboles de intereses como Yahoo!, aprenda cómo trabajan. Encuentre sitios con intereses similares al suyo haciendo búsquedas inversas, por ejemplo “link: www.datastrategia.com” le ayudará a encontrar en Google o Alta Vista las páginas que hacen links con la suya.
  8. Use al Internet para proveerse de información automática.
    Suscribase a las listas y boletines electrónicos de información, Politired u otros) a fin de mantenerse actualizado y siempre bien informado.
  9. Use al internet para investigaciones de inteligencia.
    Emplee el Internet para monitorear continuamente las novedades en los sitios que más le interesan o, incluso, para enterarse de primero de las novedades en los sitios de sus oponentes políticos. Pueden usarse herramientas como las que provee Spy On It para tener monitores automáticos de las novedades en sitios de particular interés.
  10. Promueva servicios integrados para sus colegas representantes políticos en su partido.
    Trate de brindar servicios uniformes con los de sus colegas, y que la organización que les agrupe provea recursos y servicios tecnológicos que faciliten el usos de las nuevas tecnologías.

Es usted un ciber-representante? Está dispuesto a serlo? En e-lecciones.net estamos deseosos de ayudarle a dar los primeros pasos…

Fonte: e-lecciones.net

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Estive nestes dias estudando um pouco mais sobre as ferramentas que podem ser exploradas no Twitter e novas estrategias que podemos usar para interagir. Li alguns textos, mas nada se compara a este manual criado pela agência TALK. Bem simples e com informações importantes sobre o conceito e uso dele.

Vou deixar disponível aqui para vocês baixarem. Boa @leitura !!! (FAÇA O DOWNLOAD)

 

Jirrés Edmundo
vendas@solucaoredonda.com.br

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Faça agora mesmo o cadastro em nosso site e concorra a 2 dos principais lançamento do segmento de marketing político e eleitoral do Brasil. Trara-se de duas obras indispensáveis ao profissional e estudante de marketing político.

Clique aqui e faça seu cadastro

 

Marketing Eleitoral – O passo a passo do nascimento de um candidato  

De Carlos Manhanelli

Este é um manual prático para orientar o consultor político-eleitoral, através de informações claras, slides, modelos e planilhas, sobre como apresentar um projeto de marketing eleitoral a um candidato a cargo eletivo em qualquer esfera, além de esclarecer as dúvidas mais frequentes sobre o trabalho desse tipo de consultoria.

 http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/

Eleições 2008. O Brasil e o Efeito Obama

De Gustavo Fleury

Primeira obra sobre campanhas eleitorais produzida no Brasil, conta em detalhes campanhas a prefeito em cinco capitais (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador e Porto Alegre); além de fazer uma análise sobre as estratégias utilizadas pelos candidatos e partidos. Também faz um relato sistêmico sobre a candidatura de Barack Obama e os porquês de sua vitória.

 http://www.gugafleury.com.br/

Boa Sorte!!!
Equipe SoL-Políticos

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Talvez o melhor resumo de todas as ideias, cases, experiências e ensinamentos compartilhados pelos palestrantes dos nove painéis que integraram a programação do 1º Seminário de Estratégia de Comunicação e Marketing, promovido pela George Washington University, seja uma frase pronunciada por Ben Self: “A tecnologia não deixará ninguém atraído por uma pessoa que não é interessante”.

Em um evento no qual, na entrada, eram distribuídos CDs divulgando um certo “projeto político digital 2.0”, não faltaram marqueteiros e representantes de partidos interessados em saber como repetir no Brasil a bem-sucedida estratégia da campanha democrata que resultou em mais de 3 milhões de doadores individuais e cerca de US$ 500 milhões arrecadados de forma online. Porém, o que se viu nas palestras ministradas por nomes como Peter Giangreco e Scott Goodstein, e ressaltadas por especialistas brasileiros como Cila Schulman e Ricardo Kotscho, é de que a internet é, essencialmente, mais um meio a ser utilizado para que pessoas sejam motivadas a se engajar em torno de uma causa.

Gráfico exibido por Ben Self durante sua apresentação.

Em um ano pré-eleitoral, foi inevitável discutir as consequências do uso das mídias sociais nas eleições de 2010. Ben Self, que durante a sua palestra exibiu o gráfico acima, do Google Trends, comparando as citações na Web aos pré-candidatos à Presidência José Serra e Dilma Rousseff, desconversou a respeito de seu provável envolvimento na campanha petista no ano que vem. Em uma conversa que tive com ele momentos após sua apresentação, Ben esquivou-se do questionamento que fiz sobre seu encontro com Ricardo Berzoini, presidente do PT, no mês passado, para uma possível contratação dos serviços da Blue State Digital. “São nossos clientes que devem falar sobre essas questões”, respondeu Self sobre os possíveis interessados no Brasil em suas consultorias.

De qualquer modo, como ressaltou Ivo Correa no painel sobre a internet como ferramenta de gestão pública, “tecnologia cria oportunidades, não decidirá eleições”. De nada adiantará usar os meios mais avançados à disposição se políticos não seguirem a lição essencial da campanha de Barack Obama: ouvir o que as pessoas têm a dizer e, a partir desses feedbacks que forem recebidos, incentivar a recepção e aproveitamento de ideias na construção de um projeto genuíno de mudança de atitudes.

Por fim, não posso deixar de citar uma frase cunhada pelo economista inglês Arnold Toynbee, mais atual e relevante do que nunca, em especial nestes tempos em que temos a internet como um dos principais meios de informação: “O maior castigo, para aqueles que não se interessam por política, é que serão governados pelos que se interessam.”

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(FAÇA O DOWNLOAD)

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Os desafios da esquerda diante do marketing político:a hipótese do marketing de contra-hegemonia. Por Jorge Almeida

O texto busca explicar o mkt político através do mkt mercadológico. Faz uma excelente analogia sobre as características da estrutura do mkt de mercado em relação ao mkt ideológico. Depois ele segue para uma compreensão mais definida entre mkt politico e mkt eleitoral e oferece exemplos.

Acesse o texto aqui>>

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