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Archive for the ‘redes sociais’ Category

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O jornalista Marcelo Tas, curador do módulo Mundo virtual: relações humanas, demasiado humanas, acredita que estamos vivendo um momento de transição midiática. Neste entrevista, o jornalista ainda fala sobre o papel dos políticos diante das novas tecnologias.

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São Paulo – Em um encontro que ocorreu na tarde de hoje em São Paulo, representantes do PT e do PSDB apresentaram ideias consonantes sobre as eleições deste ano. É que não se tratava de um debate eleitoral, mas uma conversa sobre a influência da internet e das redes sociais na campanha política. Marcelo Branco, estrategista da campanha digital de Dilma Rousseff (PT), e Sérgio Caruso, coordenador de comunicação digital de José Serra (PSDB), estão de acordo: as novas tecnologias de comunicação são um fator importante na campanha, porém não determinam o resultado de uma eleição.

A discussão, que ocorreu durante o Info@trends, contou com a participação de Gil Castilho, diretora da Associação Brasileira de Consultores Políticos (ABCOP), que considera a rede mundial de computadores uma grande ferramenta de mobilização. “A internet não é determinante para a vitória de um ou outro candidato, mas serve como um grande espaço para a militância”, disse. Ela afirmou que o uso irresponsável de sites como o Twitter, por exemplo, pode manchar a imagem de um político, mas que isso não é exclusividade da web. Como exemplos de erros na rede de microblogs, ela citou candidatos que discutem publicamente com eleitores ou aqueles que fazem afirmações e depois apagam os tweets por se arrependerem. “Costumo dizer que ‘tu te tornas eternamente responsável por aquilo que tuítas'”, brincou.

Branco comparou a internet com rádio e tevê para mostrar a importância da nova ferramenta para o debate político. “Na tevê e no rádio, as pessoas só escutam e não podem falar. A internet qualifica a democracia por ter um caráter descentralizado. Não é mais um meio de comunicação de massa, mas um espaço de expressão individual”, disse. Na mesma linha, Caruso ressaltou a importância de saber usar as ferramentas que a rede oferece. “Muita gente diz que a internet ganhou as eleições para o Obama. Não foi a internet que ganhou as eleições para o Obama, foi ele que ganhou as eleições para ele mesmo, porque soube usar as ferramentas”, explicou.

Os dois mantiveram a cordialidade e o respeito apesar de algumas provocações. Em determinado momento, Caruso citou o blog http://www.gentequemente.org.br, criado pelo PSDB e denunciado pelo Ministério Público Eleitoral por fazer propaganda negativa contra Dilma e o presidente Lula. “O site foi criado em setembro de 2009 assumidamente pelo PSDB para colocar seus posicionamentos em relação a informações falsas que eram divulgadas na época”, disse o coordenador da campanha tucana. “Um desses boatos dizia que o PSDB iria privatizar tudo, até margem brasileira das Cataratas do Iguaçu”, afirmou. Segundo ele, a Justiça Eleitoral chegou a investigar o blog uma vez, mas não viu qualquer irregularidade. “Agora, o MP resolveu denunciar porque encontrou cinco comentários, feitos por visitantes do site, que considerou exagerados”. Ele disse que o episódio serve como aprendizado. “É tudo muito novo, está todo mundo aprendendo ainda”.

Provocado por uma pergunta da plateia, Branco se explicou sobre a associação que fez entre uma campanha comemorativo de 45 anos da Rede Globo com uma possível propaganda subliminar para o PSDB. A mensagem da propaganda trazia mensagens como “Todos queremos mais”, que remeteria ao slogan da campanha de Serra “O Brasil pode mais”. Enquanto Caruso desconversou, dizendo que quem se ofendeu com a acusação foram simpatizantes tucanos – não o PSDB propriamente -, Branco disse que, no fim das contas, “parece que tinha razão”, já que a Globo retirou o filme do ar.

Mas para ambos, mais do que um espaço para ataques, a internet deve servir como um campo de debates propositivos. Ambas as campanhas, segundo seus coordenadores, abrem espaço para a participação de internautas na discussão de propostas.

O jornalista Felipe Zmoginski, editor da revista Info que intermediou o encontro, explicou, ao fim da sessão, que a coordenação da campanha da pré-candidata Marina Silva (PV) também foi convidada a participar do debate, porém não pôde comparecer.

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Un ciber-representante es un político que pertenece al nuevo milenio, independientemente de si se trata de un parlamentario nacional, regional o un concejal de un municipio rural, el ciber-representante considera al Internet como una herramienta comunicacional prioritaria y estratégica que le permite tener una comunicación amplia, satisfactoria y (lo más importante) BIDIRECCIONAL con aquellos a quienes representa. El ciber-representante entiende que comunicación política y buenos gobiernos son sinónimos y por ello concede el valor que merecen las nuevas herramientas, que potencian la comunicación personalizada y persuasiva.

  1. Use el Internet para comunicarse
    Bien en la esfera privada o en las comunicaciones masivas, la interacción es la más valiosa de las potencialidades del Internet, aprovechelas tanto para oir como para hacerse oir.
  2. Cree listas y use el Internet para diseminar su información
    Como parte de sus responsabilidades oficiales o como medio de comunicación para el trabajo de partido o en campaña, anime a sus allegados a suscribirse a sus listas de envio unidireccionales. Las páginas web tienen una capacidad limitada en este sentido porque la gente raramente visita las misma páginas una y otra vez. Las listas de envio son herramientas poderosas en las que usted puede distribuir su mensaje a costos mínimos.
  3. Sea respetuoso de las reglas elementales de convicencia en la Red (net-tiquette)
    No envie correo barura, que causa hastío y rechazo en el elector; envie sus mensajes electronicos personalmente, nunca envie largas listas de encabezados que incluyen montones de direcciones electrónicas e irrespetan la privacidad de sus representados. Procure hacer amigos por la Red, nunca enemigos.
  4. Promueva la democracia electrónica entre sus allegados y en sus áreas de influencia.
    Facilite la discusión virtual sobre asuntos de interés público, promueva cabildos abiertos virtuales de discusión sobre los temas de interés de su comunidad, promocione la idea de transparencia de la información a través de la Red. La democracia electrónica tiene grandes posibilidades de mantener la legitimidad y mejorar la democracia, aprovéchelas!!!
  5. Use al Internet para conectarse con colegas alrededor del mundo.
    El Internet es una valiosa forma de establecer relaciones internacionales entre colegas, con los que compartir experiencias e intercambiar ideas.
  6. Use el internet para acceder a la información.
    Hay exceso de información en internet, sólo con constancia y experticia logrará encontrar lo que realmente le interesa. Enviar preguntas a grupos de discusión centrados en los temas que le interesan es un buen comienzo.
  7. Use al Internet para acceder INTELIGENTEMENTE a la información
    Apóyese en herramientas de búsqueda como Google y en árboles de intereses como Yahoo!, aprenda cómo trabajan. Encuentre sitios con intereses similares al suyo haciendo búsquedas inversas, por ejemplo “link: www.datastrategia.com” le ayudará a encontrar en Google o Alta Vista las páginas que hacen links con la suya.
  8. Use al Internet para proveerse de información automática.
    Suscribase a las listas y boletines electrónicos de información, Politired u otros) a fin de mantenerse actualizado y siempre bien informado.
  9. Use al internet para investigaciones de inteligencia.
    Emplee el Internet para monitorear continuamente las novedades en los sitios que más le interesan o, incluso, para enterarse de primero de las novedades en los sitios de sus oponentes políticos. Pueden usarse herramientas como las que provee Spy On It para tener monitores automáticos de las novedades en sitios de particular interés.
  10. Promueva servicios integrados para sus colegas representantes políticos en su partido.
    Trate de brindar servicios uniformes con los de sus colegas, y que la organización que les agrupe provea recursos y servicios tecnológicos que faciliten el usos de las nuevas tecnologías.

Es usted un ciber-representante? Está dispuesto a serlo? En e-lecciones.net estamos deseosos de ayudarle a dar los primeros pasos…

Fonte: e-lecciones.net

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Por Rui Maciel, do IDG Now!
Publicada em 07 de julho de 2010 às 19h21
Atualizada em 07 de julho de 2010 às 19h25

O que você (não) pode fazer na hora de propagar as idéias do seu candidato na Web. O TSE promete ficar de olho!

As eleições de 2010 serão as primeiras no Brasil onde a Internet desempenhará um papel essencial para os candidatos. Isso porque, além dos partidos, milhares de simpatizantes se mobilizarão para ajudar a eleger seus postulantes aos cargos públicos, seja via blog, via Twitter, via e-mail ou qualquer outra ferramenta de longo alcance.

“A Internet no Brasil é usada muito mais para propaganda negativa de candidatos, do que para mobilizar os eleitores ao debate e ao trabalho de campanha”, afirmou Alexandre Atheniense, professor do curso de pós-graduação de Direito Eleitoral da Escola Superior de Advocacia da OAB-SP e especialista em Direito Eletrônico . “Nos EUA, isso já é muito mais evoluído, já que o ambiente fomenta uma relação entre o candidato e o eleitor, até mesmo na questão de doações, onde a campanha que elegeu Barack Obama fez com muita eficiência e arrecadou grandes quantias”.

A opinião é compartilhada por Leandro Bissoli, advogado especialista em Direito Digital e sócio do Patrícia Peck Pinheiro Advogados. “Nas eleições norte-americanas na Web, quem combatia as difamações era o próprio eleitor. E ele também funcionava como um cabo eleitoral eficiente, mobilizando jovens e arrecadando fundos”. 

E, ao contrário do que muitos pensam, a Internet não será uma terra de ninguém nas eleições brasileiras. Em outras palavras, calúnias, injúrias e difamações contra adversários políticos já estão sendo devidamente monitorados pelos militantes e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – que regulamentou o uso da Web em campanhas a partir do projeto de lei 5984/09, de dezembro de 2009 – está sendo ágil na hora de punir os infratores. “A percepção de que a Internet será um território de vale-tudo nessas eleições é equivocada”, disse Alexandre. “O TSE, deixou bem claro o que será e o que não será permitido nas campanhas e vai punir os excessos com rapidez”.

A seguir, confira os cuidados que você deve ter na hora de apoiar seu candidato nos principais canais de comunicação na Internet:

BlogsConhecidos como um dos principais meios do internauta manifestar sua liberdade de expressão, os blogs terão vigilância rígida durante a campanha eleitoral. A começar pela eliminação do anonimato. “O TSE foi bastante enfático na nova lei quanto ao anonimato, que está totalmente proibido. A entidade não quer passar a falsa impressão que privilegia essa tática”, declarou Atheniense. “Logo, quem pretende criar uma página do gênero para apoiar a candidatura deve se identificar e responderá por qualquer excesso que ocorra no site e seja denunciado”.

Segundo o especialista, tanto os textos postados pelo dono do blog quanto os comentários que são feitos na página têm o mesmo peso na consideração do teor ofensivo.  Em outras palavras, o blogueiro pode ser multado e até mesmo ter o seu site retirado do ar. “O dono do blog pode ser considerado um responsável solidário pelo conteúdo publicado na página, já que ele deveria exercer a moderação e não o fez”, explica Alexandre.

Além disso, todo e qualquer tipo de site, que não o do partido, está proibido de inserir qualquer tipo de propaganda política – como, por exemplo, banners – seja em grandes portais de notícias, seja em blogs de qualquer tamanho.  No entanto, textos de endosso emitidos pelos partidos poderão ser publicados.

Twitter e outras redes sociais

A lei que regulamenta o uso da Internet nas eleições considera que as regras válidas para os blogs são válidas também para outras ferramentas de comunicação como o Twitter e também redes sociais. Em suma, o criador dentro de uma comunidade dentro do Facebook ou Orkut será responsável pelos textos publicados naquele espaço e também em moderar os comentários emitidos.

E o Twitter também entra nessa dança: “Ao contrário do que muitos pensam, o Twitter também não será uma terra sem-lei nessas eleições”, disse Alexandre. “É difícil imaginar que um candidato (no caso sua equipe de Web) não esteja monitorando tudo o que é dito acerca do seu nome, até para poder reagir aos ataques que considerar como calúnias”.

E-mails

As eleições 2010 serão as primeiras no Brasil a contar com uma lei específica de combate ao spam. Isso porque ela diz que os partidos podem criar um e-mail marketing, desde que qualquer mensagem eletrônica permita ao destinatário requerer seu descadastramento. E isso tem de ser cumprido em até 48 horas do recebimento da solicitação, sob pena de multa de até 30 mil reais ao partido e ou candidato. Além disso, a venda de mailing aos partidos está proibida.

O direito de resposta   

Com regras claras para meios de comunicação como TV, rádio e impressos, surgiu a dúvida de como o TSE implementará o direito de resposta a um candidato que se sinta prejudicado nos meios virtuais. Segundo Leandro Bissoli,  ainda não há uma jurisprudência para esse tipo de caso na Internet. “No Twitter, por exemplo, se você foi ofendido em 140 caracteres, você poderá replicar em 140 caracteres? Acredito que o TSE deva se pautar pelo o que ele já faz em outros meios de comunicação”, afirmou ele. “Ou seja, os direitos de resposta poderão ser postados em blogs e comunidades e ficar visíveis em partes de destaque dos sites durante um determinado tempo”.

Boca de urna virtual

Essa será uma outra vantagem da Web na hora do candidato aferir suas chances nas eleições. Proibida em meios físicos até 48 horas antes das eleições, os políticos poderão monitorar suas chances sem qualquer tipo de restrição na Internet. “A vantagem é que ele poderá fazer isso antes, durante e depois das votações, o que lhe dá uma perspectiva geral das suas chances”, afirmou Bissoli. 

Provedores

Outro ponto que Alexandre destaca na participação da Internet nessas eleições é o papel dos provedores.  Para ele, os provedores também precisarão tomar cuidado, já que também podem ser acionados pelo TSE como responsáveis solidários. “Os provedores terão de ser mais ágeis e se preocupar mais em monitorar os blogs”, declarou o especialista. “Não acredito que eles farão um monitoramento prévio dessas páginas, mas eles terão de ser bem ágeis na hora de retirar algum conteúdo considerado ofensivo pelo TSE. O ideal seria a realização de uma campanha que esclareça melhor os riscos de tais excessos, mas não acredito que isso vá ocorrer”.

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 Henry Jenkins diretor do MIT (Media Studies Program), contou a Biblioteca do Congresso Nacional do Chile como as redes sociais e a inteligência coletiva são cada vez mais cruciais na política.

Analisou especificamente o caso de Barack Obama e da cidadania com os SMS, vídeos de YouTube e redes sociais como Orkut, Twitter, Facebook e Second Life.

Aqui está o vídeo:

Igor Arci

Sol – Políticos

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