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Archive for the ‘Buzz Marketing’ Category

Interessante como a própria preparação das campanhas já são as campanhas de fato. Neste video é apresentado o modelo que orientará a estratégia da Dilma na internet. Já estou curioso para ver como, na prática, se dará todo este projeto.

Jirrés Edmundo
SoL-Políticos

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A deputada Manuela D’Avila consegue resumir a grande complexidade da proposta de usar a internet e os novos recursos na comunicação política. Ela propõe o uso da internet não mais como uma ferramenta de persuasão e manipulação e sim como o mais podereso recurso para uma comunicação genuina com o eleitor. Onde ambos falam e ambos são ouvidos.

Jirrés Edmundo
SoL-Políticos

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Depois de ter encontrado alguns livros e textos dizendo que Jesus era o maior Psicólogo e também o maior líder do mundo, resolvi então estrear, escrevendo a comparação de Jesus com a Comunicação Social.

O presidente do partido convoca todos os candidatos e informa que devem lançar uma grande campanha cuja meta é levar uma idéia a todos os limites e que permaneça por todo o período eleitoral. Porém, sem utilizar a televisão, rádio, impressos ou internet, já que eles não existem e serão inventados dentro de dois mil anos. 

 Esse foi o grande objetivo de Jesus Cristo de Nazaré há quase vinte séculos atrás, quando o seu Pai Celestial o ordenou vim ao planeta Terra e propagar a palavra divina.

Sempre me surpreendi que as Universidades que ensinam a difícil disciplina de Comunicação evitam inserir em suas grades a história deste filho de um pobre carpinteiro de Judéia e que transformou a história do mundo por vários séculos. É claro que se analisarmos a obra cristã sem fanatismos, viremos que o resultado em outro contexto de comunicar é um dos melhores “Case Study” de Comunicação Social.

Ao contrário do que está pensando, não pretendo ser um teólogo. Porém baseando-me em meus estudos de comunicação e experiência profissional me atrevo a dizer que Ele foi e inclusive ainda é um dos maiores comunicadores da humanidade.

Jesus antes de começar a sua peregrinação pelas terras de Judéia tinha metas muito especificas, por exemplo: mostrar a todos que ele verdadeiramente era filho de Deus; que sua palavra foi conhecida por todos e que a posição da nova Igreja foi respeitada apesar de não ter sido aceita universalmente.

Falando das metas de Jesus, aproveito e pego um gancho para falar de Leonard Saffir. Estive lendo o seu livro “O Poder das Relações Públicas”, que menciona que todo programa de relações públicas deve ter metas claras e específicas antes de iniciar qualquer campanha e é realmente surpreendente como coincidem as metas de Jesus com os três parâmetros citados em seu livro: 1 – Aquela população que não se interessa, conhecerá nosso nome e o que fazemos como uma empresa (partido); 2 – Nossos produtos serão mais familiares entre os novos programas e 3 – A postura da campanha será entendida, respeitada, apesar de não ser aceita universalmente.

Em certo grau os comunicólogos fogem dos evangelizadores que propagam a noticia de um novo produto ou serviço. Precisamente a palavra “Evangelho” quer dizer ”Boa Notícia”, matéria prima de toda a tese de Comunicação.

Os comunicólogos são intérpretes, mencionou Fraser Seitel, em seu livro “A prática de Relações Publicas”. Significa que por um lado, nós profissionais da comunicação devemos traduzir as filosofias, políticas e práticas do alto cargo para que sejam entendidas por todos, e por outro corresponder as atitudes do público (feedback) para o alto cargo. 

Aqui encontramos outro grande ponto de coincidência Cristã, em uma das passagens que eu não me recordo em que livro bíblico se encontra, fala que os evangelistas utilizaram à inspiração divina, eram como um instrumento, através do qual Deus transmitia aos homens sua mensagem.

Assim como Deus se manifesta através de seu filho Jesus e fica marcado em seus quatro livros – Matheus, João, Lucas e Marcos -, jamais impuseram um pensamento mecânico e agressivo a um estilo literário. Os apóstolos relataram os acontecimentos de Jesus segundo a cultura que prevalecia dentro deles (feedback).

Os quatro evangelhos do Novo Testamento equivalem ao o que hoje se conhece dentro da comunicação como “Press Kits” sobre a obra ensina os milagres de Jesus a fim de fazê-la mundialmente conhecida.       

Os quatros evangelhos tentam seguir a mais rigorosa descrição objetiva dos acontecimentos, cada um conversa um estilo muito particular conforme o público que quer atingir.

Como exemplo, São Matheus, considerado o mais graduado no conceito (comunicação) de todos, escreve por uma ordem estritamente cronológica. Ele organiza um grande banquete, para celebrar seu encontro com Jesus, evento muito comentado nesse momento por seguidores e detratores do Grande Profeta.

São Marcos por outro lado, escreve em grego, uma leitura muito simples, dirigido à massa, como é registrado em seu livro, ele é o preferido para ensinar o evangelho para as crianças.

São Lucas, um homem sábio e culto, escreveu em um estilo clássico, porém simples com a intenção de que a mensagem chegasse a todos, incluindo os romanos gentis, que através de seu império ajudariam à propagação universal da obra e da palavra de Cristo, ultrapassando as fronteiras de Judéia.

João o mais jovem dos quatro, trabalha com os símbolos divinos de Jesus. “O amor infinito fazia a próxima relação.”

Com esse exemplo, vemos que os apóstolos não pretendem fazer uma obra literária objetiva e perfeita. Querem mais é fazer com que chegue a mensagem para todos os níveis sociais, a mensagem suprema da redenção.

“Uma coisa é a comunicação divina e outra muito diferente é a comunicação humana”, frase dita pelo padre Ricky. “Cristo sabia que tinha que comunicar com os públicos de seu tempo.”

Então, nos perguntamos: que diferença existe entre seus escritórios e as mensagens que distribui um partido ou instituição através de um programa orquestrado relacionado ao seu produto, serviço, missão e visão empresarial ou razão de ser corporativa?

Não quero que nenhum partido ou qualquer outra instituição seja crucificado. Mas caso isso aconteça, espero que ressuscitem!

Tal como sentenciou John Scully: “A inovação nunca surge espontaneamente na burocracia e na hierarquia. Sempre emerge como a ação de um individuo.”

Neste caso, Jesus teve a iniciativa de colocar em prática uma idéia, uma ordem e uma filosofia de amor e paz que substituiu para sempre a perspectiva dos seres que habitam este planeta através de um plano bem organizado de propagação pública.

Assim como a cada ano uma série de campanhas públicas nos pedem para doar sangue; não conduzir sobre influência de álcool ou acabar com o maltrato infantil, também a cada domingo sua obra e palavra é lembrada quando ouvimos: “fazeis isso em minha memória”.

 Igor Arci
SoL-Político

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por Daniel D’Amelio em 05 de Janeiro de 2010 às 4:09 pm

Barack Obama está prestes a completar um ano de mandato. E a sua campanha à presidência dos EUA ainda repercute. Com eleições presidenciais no Brasil, neste ano, o assunto ainda continuará repercutindo. Para conhecer um pouco mais sobre a estratégia de marketing da campanha, baseada em ações que muito bem utilizaram a web,  assista, abaixo, o documentário: Obama Digital – produzido por Pedro Sorrentino, Rodrigo Vitulli, Julia Reina e Vinicius Viana. Nele, tem as presenças de: Ben Self (coordenador da campanha digital de Barack Obama e co-founder da agência Blue State digital), Pedro Dória (Editor chefe de conteúdos digitais do Jornal Estado de São Paulo), Antonio Graeff (CEO do Brancaleone e autor do livro “Eleições 2.0 a internet e as mídias sociais no processo eleitoral”), Eduardo Barella (Editor Internacional do Jornal O Estado de São Paulo), Rodrigo Teixeira (coordenador da campanha de Gilberto Kassab para a prefeitura de São Paulo), Mario Alcantara (coordenador da campanha vencedora de José Sócrates para primeiro Ministro Português), entre outras personalidades.

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Revista elogia desempenho de Serra no governo de São Paulo A revista britânica The Economist traz na sua última edição, publicada nesta quinta-feira, um artigo em que diz que o governador de São Paulo, José Serra, precisainiciar já a sua campanha à Presidência da República para ter chances de vencer.

No texto, intitulado Serra espera, um pouco pacientemente demais, pela Presidência, a revista traça um perfil do governador, destacando que ele “é certamente um forte candidato a ocupar a vaga” de Luiz Inácio Lula da Silva.

“O líder na futura disputa presidencial no Brasil tem feito um bom trabalho governando o maior Estado do país. Mas para manter sua liderança, ele precisa começar a fazer campanha”, diz o artigo.

“Apesar de todas as boas histórias que tem para contar sobre seu período como governador, a forte liderança que ele manteve nas pesquisas por um ano recentemente diminuiu, à medida que o presidente Lula, ainda imensamente popular após sete anos no governo, tem feito campanha com vigor para sua candidata, Dilma Rousseff.”

A revista ressalta que Serra e Dilma têm semelhanças ideológicas, embora o governador “pareça mais inclinado a impulsionar reformas fundamentais necessárias para melhorar os serviços públicos e acelerar a economia”.

“Rousseff, embora seja uma administradora capaz, é ainda menos carismática que seu rival. Por isso, os números de Serra devem voltar a subir assim que ele inicie sua campanha.”

“Mas, o turbulento sistema multipartidário brasileiro, no qual candidatos precisam costurar delicadamente amplas coalizões, é duro para aqueles que perderam impulso. Serra precisa fazer comícios e começar a se promover agora, se não quiser ser lembrado como o melhor presidente que o Brasil nunca teve”, conclui o artigo.

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