marketing-politico

Quero desenvolver em alguns posts “capítulos” deste blog um artigo que traga para o contexto do Marketing político as aplicações e vantagens do conceito de BUZZ MKT.

Sob o pensamento – “A importância do eleitor que acredita” – vou conduzir este assunto de modo a apresentar como o uso desta ferramenta é atual, é contemporânea e coerente com o novo modelo de relacionamento que o candidato deve ter com o eleitor.

No primeiro texto quero mostrar um pouco como a comunicação de massa perdeu força de persuasão e depois procurar passar qual é a verdadeira alma do BUZZ MKT. Vamos fazer a definição dos elementos que compõem este conceito:

O meio;
O contexto;
A fluidez;
Os agentes contaminadores;
O fator de fixação;
O vetor.

E depois identificamos algumas ações que fazem parte do desenvolvimento do BUZZ, são eles:

Ouvir constantemente o eleitor;
Divulgar os pensamentos, partilhar as idéias;
Estabelecer o buxixo;
Criar comunidades;
Condensar todo o conceito da campanha em um slogan, uma assinatura fácil de digerir;
Crie uma causa.

Bem, é isso pessoal.  A aventura é longa, mas tenho certeza que será prazerosa. Fiquem agora com o primeiro texto desta série…

[  Acesse aqui o 1° TEXTO ]

Jirrés Edmundo
SoL-Políticos

A propaganda política no Brasil contemporâneo

Evolução e caracteristicas da propaganda politica no Brasil; reunião de vários temas apresentado por pesquisadores deste assunto. por: Adolpho Carlos Françoso Queiroz e Roberto Gondo Machado (organizadores)

FAÇA O DOWNLOAD AQUI DO LIVRO

A Propaganda Política  – Por:  Jean Marie Domenach

Um dos estudos mais profundos sobre propaganda política; Jean-Marie define bem o conceito de propaganda e a apresenta nos diversos momentos historico da política.
Ele demonstra as principais ferramentas que foram usadas para o controle ideológico e mostra como os instrumentos de comunicação têm sido usados hoje.

CLIQUE AQUI PARA FAZER O DOWNLOAD

Os desafios da esquerda diante do marketing político:a hipótese do marketing de contra-hegemonia. Por Jorge Almeida

O texto busca explicar o mkt político através do mkt mercadológico. Faz uma excelente analogia sobre as características da estrutura do mkt de mercado em relação ao mkt ideológico. Depois ele segue para uma compreensão mais definida entre mkt politico e mkt eleitoral e oferece exemplos.

Acesse o texto aqui>>

por Daniel D’Amelio em 05 de Janeiro de 2010 às 4:09 pm

Barack Obama está prestes a completar um ano de mandato. E a sua campanha à presidência dos EUA ainda repercute. Com eleições presidenciais no Brasil, neste ano, o assunto ainda continuará repercutindo. Para conhecer um pouco mais sobre a estratégia de marketing da campanha, baseada em ações que muito bem utilizaram a web,  assista, abaixo, o documentário: Obama Digital - produzido por Pedro Sorrentino, Rodrigo Vitulli, Julia Reina e Vinicius Viana. Nele, tem as presenças de: Ben Self (coordenador da campanha digital de Barack Obama e co-founder da agência Blue State digital), Pedro Dória (Editor chefe de conteúdos digitais do Jornal Estado de São Paulo), Antonio Graeff (CEO do Brancaleone e autor do livro “Eleições 2.0 a internet e as mídias sociais no processo eleitoral”), Eduardo Barella (Editor Internacional do Jornal O Estado de São Paulo), Rodrigo Teixeira (coordenador da campanha de Gilberto Kassab para a prefeitura de São Paulo), Mario Alcantara (coordenador da campanha vencedora de José Sócrates para primeiro Ministro Português), entre outras personalidades.

Revista elogia desempenho de Serra no governo de São Paulo A revista britânica The Economist traz na sua última edição, publicada nesta quinta-feira, um artigo em que diz que o governador de São Paulo, José Serra, precisainiciar já a sua campanha à Presidência da República para ter chances de vencer.

No texto, intitulado Serra espera, um pouco pacientemente demais, pela Presidência, a revista traça um perfil do governador, destacando que ele “é certamente um forte candidato a ocupar a vaga” de Luiz Inácio Lula da Silva.

“O líder na futura disputa presidencial no Brasil tem feito um bom trabalho governando o maior Estado do país. Mas para manter sua liderança, ele precisa começar a fazer campanha”, diz o artigo.

“Apesar de todas as boas histórias que tem para contar sobre seu período como governador, a forte liderança que ele manteve nas pesquisas por um ano recentemente diminuiu, à medida que o presidente Lula, ainda imensamente popular após sete anos no governo, tem feito campanha com vigor para sua candidata, Dilma Rousseff.”

A revista ressalta que Serra e Dilma têm semelhanças ideológicas, embora o governador “pareça mais inclinado a impulsionar reformas fundamentais necessárias para melhorar os serviços públicos e acelerar a economia”.

“Rousseff, embora seja uma administradora capaz, é ainda menos carismática que seu rival. Por isso, os números de Serra devem voltar a subir assim que ele inicie sua campanha.”

“Mas, o turbulento sistema multipartidário brasileiro, no qual candidatos precisam costurar delicadamente amplas coalizões, é duro para aqueles que perderam impulso. Serra precisa fazer comícios e começar a se promover agora, se não quiser ser lembrado como o melhor presidente que o Brasil nunca teve”, conclui o artigo.

Desde 1990, as companhias privadas enfrentavam restrições para financiar as campanhas eleitorais. Agora isso mudou.

A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu nesta quinta-feira, 21, pela autorização às empresas de financiarem livremente as campanhas eleitorais no país. A decisão vale também para sindicatos e uniões trabalhistas.

O controle é feito pela Comissão Eleitoral Federal, que obriga as empresas a informarem quando gastarem mais do que US$ 10 mil por ano com anúncios políticos.

Desde 1990 as companhias privadas enfrentavam barreiras na hora de financiar as campanhas dos candidatos, como a impossibilidade de usar dinheiro de seu próprio tesouro.

A Suprema Corte decidiu também que se uma propaganda eleitoral não for financiada pelo próprio candidato ou por seu partido, o nome do patrocinador deverá aparecer de forma clara.

O presidente do país Barack Obama bateu forte na Suprema Corte e disse que a decisão poderá causar uma grande enxurrada de dinheiro doado com segundas intenções. Ele sugeriu que empresas dos setores de petróleo, financeiro e seguros de saúde poderão se beneficiar em detrimento dos interesses dos cidadãos. Obama está buscando a aprovação de um novo sistema de saúde para o país, mas tem esbarrado no congresso.

Com informações da AP e AFP.

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